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segunda-feira, 13 de março de 2017

Presidente da Amurc destaca importância do Parque Científico para a região



O presidente da Associação dos Municípios da Região Cacaueira (Amurc), Antônio de Anízio, participou na tarde de sexta-feira do lançamento do Parque Científico e Tecnológico do Sul da Bahia (PCTSul), no campus da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), e também da Inauguração o Centro de Inovação do Cacau, primeira iniciativa do Parque que surge para fortalecer a região cacaueira. Na oportunidade o prefeito se reuniu com deputados federais, secretários estaduais e prefeitos da região onde voltou a defender o Parque Tecnológico como um importante instrumento para consolidar e fortalecer a cadeia produtiva do cacau e chocolate no sul da Bahia. De acordo com Antônio de Anízio, é preciso criar instrumentos de qualificação profissional e incentivo para aumentar cada vez mais a produção do chocolate na região e esse Parque Científico e Tecnológico vem justamente para garantir a capacitação e esse apoio para que novas empresas possam surgir no Sul da Bahia. Ele explica que além de garantir o desenvolvimento da região, consolidado de fato o Sul da Bahia como um grande polo produtor de chocolate, ainda vai gerar mais emprego e renda nos municípios. O parque é resultado da união de
esforços da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Universidade Federal do Sul da Bahia, Ceplac, IFBA, IFBaiano, secretarias estaduais de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e Desenvolvimento Econômico (SDE). Com foco na criação e inovação da cadeia produtiva do cacau e chocolate no sul da Bahia, a previsão é que a estrutura receba investimentos da ordem de R$ 6,5 milhões até 2019. Foram três anos de estudos para o desenvolvimento do projeto da unidade, que irá auxiliar ainda na qualificação dos ensinos técnico e superior da região. As primeiras operações do PCTSul terão como foco a cadeia produtiva do cacau, através de um Centro Integrado de Inteligência e Inovação que se dedicará à realização de análises físico-químicas, com foco na melhora da produtividade, qualidade e rastreabilidade das amêndoas, viabilizando o fortalecimento da inserção do cacau baiano nos circuitos produtores de chocolates finos e de origem.

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