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domingo, 16 de abril de 2017

TRAFICANTE QUE MATOU COMPOSITOR POSSUÍA "CEMITÉRIO" PARTICULAR PARA ENTERRAR DESAFETOS ASSASSINADOS

Duas ossadas humanas já foram encontradas num terreno, na Fazenda Independência, usado pelo traficante Raílson Couto dos Santos, o Penga, de 22 anos, como cemitério para os desafetos mortos por sua quadrilha. A revelação foi feita, na manhã desta quinta-feira (13), pelo delegado Guilherme Machado, coordenador da 2ª Delegacia de Homicídios (DH/Central).
Dez de Ouros do Baralho do Crime da Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), Penga teve o mandado de prisão temporária cumprido, na manhã da quarta-feira (12), numa pousada, em Paripe, por equipes do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco) e da Delegacia de Homicídios (DH/RMS). Ele é responsável pela morte do compositor Felipe Yves, ocorrido em 6 de março, na Fazenda Grande I.
Vanessa Costa dos Santos, 20, que também participou do homicídio, foi presa no Loteamento Fazenda Independência, em Cajazeiras XI. Ela foi indiciada por co-participação no assassinato, pois serviu de isca para atrair Felipe Yves para o local do crime, acompanhando a execução da vítima. “Vanessa atuava como “olheira” do bando e se relacionava com um comparsa de Penga”, acrescentou.Além de Vanessa, a polícia prendeu também na Fazenda Independência Carlos Santana Anunciação, o Buza, 31, e Fábio Alves da Silva, 23. Todos integram a quadrilha de Penga e foram autuados por associação ao tráfico. Fábio também vai responder por porte ilegal de arma, uma vez que foi flagrado com um revólver calibre 38.
Com a descoberta do cemitério, equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) continuam em diligência na localidade em busca de mais evidências. Um inquérito já foi instaurado pelo departamento para apurar o caso. Todos os envolvidos na morte do compositor serão ouvidos novamente sobre a descoberta.
Penga e os comparsas, que atuavam na Fazenda Grande I e Cajazeiras XI, já seguiram para o sistema prisional. Além de Raílson e Vanessa, outras quatros pessoas participaram da morte de Felipe Yves: dois adolescentes, já apreendidos, Andrei de Jesus dos Santos, o Lacoste, e Ueslei Silva Sarinho, o Heures, presos.

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