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quinta-feira, 6 de julho de 2017

Advogados de Temer entregam defesa à Câmara dos Deputados



Portugal Digital, com agência
FOTO: BETO BARATA/PR

Após a entrega, o advogado Antônio Cláudio Mariz, amigo pessoal de Temer, disse aos jornalistas que o presidente não cometeu crime e que a denúncia da Procuradoria Geral da República por corrupção passiva seria baseada em suposições.
Caberá agora ao relator, deputado Sérgio Zveiter (PMDB-RJ), analisar a denúncia e os argumentos da defesa de Temer para elaborar o parecer sobre a admissibilidade ou não.
Pelo cronograma definido hoje na CCJ, o relator deverá entegar parecer e voto na próxima segunda-feira (10) para leitura e discussão. Após essa etapa, a defesa do presidente Temer poderá se manifestar.
Também é possível ter pedido de vista coletivo por até duas sessões da Câmara, o qual será concedido pelo presidente da CCJ, deputado Rodrigo Pacheco (PMDB-MG).
O presidente da República poderá ainda ser denunciados pelos crimes de obstrução de justiça e organização criminosa.
É a primeira vez que um presidente da República é denunciado por crime comum, no caso corrupção passiva, no exercício do mandato.

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