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quinta-feira, 20 de julho de 2017

ITACARÉ SE TRANSFORMA DE PARAÍSO A INFERNO COM PROPORÇÃO DE ASSASSINATOS 5 VEZES MAIOR QUE ITABUNA

ITACARÉ MATA MAIS QUE PAÍSES EM GUERRA


Considerado como um dos maiores destinos turísticos do Brasil, Itacaré está sofrendo uma verdadeira transformação, para pior. O paraíso está se transformando num inferno, e a média de assassinatos na pequena cidade já é destaque nacional que deve refletir na brusca redução do número de visitantes no próximo verão, uma vez que o perigo da violência é um dos fatores que mais espantam os turistas.

NÚMEROS INFERNAIS

Com apenas 28 mil habitantes, Itacaré já registrou 13 assassinatos, superando em 100% o número de 2016 durante o ano inteiro! Isso faz de Itacaré uma das cidades mais violentas do Brasil, embora as instituições que medem os índices de violência só contemplam os municípios com mais de 200 mil habitantes, a exemplo de Itabuna que, com seus 220 mil registrou cerca de 70 mortes neste primeiro semestre.
Fazendo uma comparação rápida - , Itabuna tem 20 assassinatos por grupo de 31 mil habitantes (dos seus 220 mil). Itacaré, por outro lado tem apenas 28 mil e já conta proporcionalmente, quase 5 vezes mais assassinatos, ou seja: O turista que visita Itacaré tem muito mais chace de morrer em suas férias que ficar em sua cidade de origem, nesse caso, melhor escolher outro destino turístico como Prado, Canavieiras, Serra Grande ou Ilhéus, só para dar um exemplo.
Embora a prefeitura tente maquiar os dados, o fato é que a população está cada dia mais aterrorizada e os visitantes que procuram os destinos mais afastados do município de Itacaré em pousadas ainda não estão atualizados dos dados absurdos da violência que toma conta da zona urbana, onde ficam localizados diversos bares, restaurantes e construções históricas.
Os dados foram colhidos na Secretaria de Segurança Pública do Governo da Bahia e o conselho de especialistas é que a prefeitura tem que trabalhar muito, com planejamentos que beneficiem os jovens na geração de emprego, renda, educação e assistência social para tentar reduzir os índices negativos, antes que o verão chegue, mas os turista não.

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